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Lideranças de Goiás deram hoje (1º/07) mais um passo na luta pela obtenção de mais recursos para o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). Uma comitiva integrada pelo secretário Oton Nascimento Júnior e lideranças políticas e empresariais manteve reunião com a diretoria do Banco do Brasil, em Brasília, durante a qual reforçou o pedido já feito pelo governador Alcides Rodrigues Filho ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e aos ministros da Fazenda, Guido Mantega e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo Silva.

De acordo com o secretário Oton Nascimento Júnior, o pleito de Goiás encontrou boa receptividade, já que o Banco do Brasil tem pleno conhecimento do problema relacionado à redução dos recursos neste ano, já que é o agente operador dos recursos do Fundo.Ainda hoje, a diretoria do Banco deveria se reunir com o secretário do Centro-Oestedo Ministério da Integração Nacional, José Antônio Parente, para tratar do assunto. Participaram do encontro no Banco do Brasil, além de Oton Nascimento, o deputado federal Sandro Mabel (que representou a bancada federal), o presidente da Federação das Indústrias de Goiás, Paulo Afonso Ferreira, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás, José Mário Schreiner, o presidente da Adial-Goiás, Alberto Borges, o presidente da Federação do Comércio, José Evaristo dos Santos, o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas, Agenor Braga Filho e o diretor-tesoureiro da Fieg, Domingos Sávio de Oliveira.

Na reunião de hoje, por indicação do próprio Banco do Brasil, foi sugerido que os Estados do Centro-Oeste promovessem a união de suas bancadas no sentido de negociar com a área econômica do governo federal. O secretário Oton Nascimento registrou que em Goiás, a bancada federal goiana já tratou do assunto com o governador Alcides Rodrigues. O deputado Sandro Mabel se comprometeu a tomar essa providência. Ainda hoje, a diretoria do Banco iria se reunir com o secretário do Centro-Oeste do Ministério da Integração Nacional, José Antônio Parente, para tratar do assunto, conclamando-o também a se engajar no esforço de mobilização dos parlamentares do Centro-Oeste.

No Banco do Brasil, a comitiva de Goiás tomou conhecimento de duas Resoluções do Conselho Monetário Nacional, uma delas destinando R$ 5 bilhões de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para atendimento de demanda de crédito rural e outros R$ 10 bilhões, também do BNDES, para atender o segmento industrial. Da mesma forma, uma medida desse teor poderia ser adotada em relação ao FCO, cuja demanda gira em torno de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões, recursos que seriam suficientes para atender 200 mil produtores rurais e micro e pequenas empresários somente em Goiás. O próprio Banco do Brasil e o governo de Goiás, respaldado pelo Fórum Empresarial, têm oferecido sugestões para capitalizar o FCO. Entre as sugestões feitas está a possibilidade de destinação de recursos próprios do Banco do Brasil, bastando para isso que o Tesouro Nacional garanta a equalização das taxas de juros com as praticadas no Fundo. Outra saída aponta por Goiás é a utilização de recursos provenientes do compulsório que o Banco Central retém dos depósitos à vista no Banco do Brasil, além da utilização de recursos específicos do FCO destinados à Reforma Agrária e que estão paralisados.

Outro assunto tratado na reunião desta quarta-feira no Banco do Brasil pela comitiva de Goiás foi relacionado à flexibilização da liberação de crédito para custeio agrícola na safra 2009/2010, no âmbito do Plano Agrícola já anunciado pelo governo federal. É que muitos produtores possuem pendências em relação a empréstimos anteriores, mas precisam de crédito novo para continuar produzindo. A medida foi defendida pelo presidente da Faeg, José Mário Schreiner. A caravana de Goiás também pediu flexibilização na assinatura de contratos com clientes em casos específicos para concessão de crédito.

Fonte: Secretaria de Planejamento do Estado de Goiás - SEPLAN



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